Igualdade no futuro

Igualdade no futuro

No Brasil a maioria da população é composta por mulheres, e quase metade das famílias é chefiada por mulheres. O que acontece com tantos homens que abandonam suas companheiras, na maioria das vezes? O que acontece com tantos homens que conseguem esquecer parte de suas vidas com tanta facilidade? Como conseguem formar novas famílias sem olhar para trás?
Será porque não consideram as mulheres como suas iguais, mas sim como simples objetos, que podem ser descartados? Mas e os filhos gerados nessas uniões? Também são objetos?

Ou os homens consideram tudo um “pacote” que querem se ver livres? A facilidade com que os homens se livram dessa família e reiniciam suas vidas é reveladora de uma falha na educação e na formação desses homens.

É preciso repensar como estão sendo criados os meninos, como os conceitos de responsabilidade e pertencimento são repassados. Os meninos devem ser ensinados a ser responsáveis desde pequenos. Ensinados a ver suas parceiras de vida como iguais, como seres merecedores de respeito. Ensinados de que seus atos têm consequências e estas devem ser enfrentadas.

Um novo modelo de homem deve ser criado, com mais empatia, com mais responsabilidade e que dê mais valor às relações e aos sentimentos. Somente assim as futuras mulheres terão igualdade de condições de vida, sem ter que se responsabilizar sozinhas pelas suas famílias.

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